“O nível de gás carbônico da atmosfera do planeta está em 390 ppm (IPCC, 2021). Estudos revelam que esse valor nunca foi alcançado desde 650.000 anos (Capra, 2016). Aliado a isso, temos hoje 40 % da população mundial vivendo sem energia elétrica, em condições extremas de insegurança alimentar. Dessa forma, é urgente uma formação de pessoas que tenham uma compreensão sistêmica do mundo, entendendo a diversidade cultural de cada povo, e dos problemas sociais, agrários e ambientais do planeta. O curso de especialização em Agroecologia visa formar profissionais capacitados para trabalhos com a diversidade cultural de povos, atendendo a necessidade de produzir alimentos de forma segura ambientalmente e que assegure o direito ao acesso de todos os povos a alimentos saudáveis.
O curso de pós em Agroecologia: Novos paradigmas em sistemas alimentares sustentáveis é na modalidade online ao vivo, no qual 2/3 da carga horária das disciplinas serão aulas síncronas por meio de webconferência que acontecerão nas terças e quintas-feiras das 19h30 às 21h30, semanalmente, e 1/3 da carga horária será destinada a atividades de apoio assíncronas. O curso foi dividido em 4 módulos, e cada módulo é composto por 3 disciplinas de 24h e uma disciplina de desafio de aplicação de 12h. Além disso, durante o curso, o pós-graduando terá oportunidade de participar, também, de uma disciplina EAD de Ética na qual se discutirá os desafios éticos do mundo contemporâneo por meio de um pensamento crítico e reflexivo sobre a ação humana do ponto de vista pessoal, profissional e social-cidadão.
O módulo 1, chamado de Sociologia Rural, tem como objetivo capacitar o profissional para atuar eticamente em áreas com diferentes realidades, buscando soluções sistêmicas para problemas da área social e ambiental de forma sustentável. O módulo 2, denominado Educação no Campo, visa treinar o pós-graduando para atuar no livre aprender e ensinar para a liberdade se apropriando de técnicas pedagógicas que respeitem pessoas e suas realidades. Já, ao final do módulo 3 Técnicas agroecológicas de produção, o profissional estará habilitado para subsidiar projetos agroecológicos de produção de alimentos com preceitos da agricultura sintrópica e regenerativa, que vai além do orgânico e visa a saúde do ecossistema. E, após concluir as disciplinas do módulo 4, chamado de Tecnologias naturais, o pós-graduando terá aprendido sobre as tecnologias sustentáveis e inclusivas para uma vida sustentável. O curso de pós-graduação lato sensu em Agroecologia: Novos paradigmas em sistemas alimentares sustentáveis surge como uma resposta necessária e urgente à crise socioambiental atual. A formação proposta visa preparar profissionais com uma compreensão ampla das dinâmicas culturais, sociais e ambientais que influenciam a produção de alimentos, com foco na segurança alimentar e na sustentabilidade. Ao explorar métodos de produção que não apenas minimizam impactos ambientais, mas também regeneram ecossistemas e promovem a justiça social, o curso oferece uma visão holística da agroecologia, indo além do orgânico, para incluir conceitos como agricultura sintrópica e regenerativa. Portanto, o curso de especialização em Agroecologia oferece uma oportunidade formativa que responde diretamente às necessidades globais de transformação dos sistemas alimentares, promovendo um equilíbrio entre a produção de alimentos e a conservação ambiental, sempre com um compromisso ético e inclusivo.”
Público-Alvo
Engenheiras (os) Agrônomas(os), Biólogas (os), Engenheiras (os) Florestais, Zootecnistas, Veterinárias (os), Sociólogas (os), Historiadores, Nutricionistas, Pedagogas (os), Antropólogas (os), Gestores ambientais, Professores de ensino fundamental e médio ou áreas afins que de alguma forma pretendem se aperfeiçoar em diversidade e sustentabilidade.
Professores Inspiradores
Na PUCPR você aprende com os melhores professores do mercado. Profissionais que poderão compor o corpo docente na abertura da turma.
Graduada em Engenharia Florestal, pela Universidade Federal de Santa Maria (2004). Mestrado em Agronomia/Produção Vegetal, pela Universidade Federal do Paraná (2012). Doutora pelo Programa de Pós-graduação em Agronomia/Produção Vegetal da UFPR (2018), com pesquisas voltadas à substratos alternativos e fisiologia de vegetações rústicas adequadas ao cultivo em sistemas de telhados verdes extensivos, focando em fitorremediação. Experiência em desenvolvimento e execução de projetos paisagísticos, com enfoque na utilização de plantas nativas buscando um paisagismo ecológico. Interesse em estudos com espécies ameaçadas de extinção e preservação dos ecossistemas. Atualmente ministra as disciplinas de Botânica e Fisiologia Vegetal para os cursos de Agronomia. Biotecnologia e Ciências Biológicas, e Agricultura urbana para Agronomia, na PUCPR, Campus Curitiba.
mariana.noya@pucpr.br
Andréia Tecchio
Doutorado
Pós-Doutora pelo Programa de Pós-Graduação em Agroecossistemas da Universidade Federal de Santa Catarina (PGA/UFSC) e pelo Centre de Coopération internationale en recherche agronomique pour le développement (Cirad, Montpellier/França) (2019-2024). Doutora em Ciências Sociais pelo Programa de Pós-Graduação de Ciências Sociais em Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (CPDA/UFRRJ - 2017), com Doutorado Sanduíche (por um período de 12 meses) na Unité Mixte de Recherche Acteurs, ressources et territoires dans le développement (ARTDev), na Université de Montpellier 3, em Montpellier/França. Mestra em Agroecossistemas pelo PGA/UFSC (2012). Especialista “Latu Sensu” em Movimentos Sociais e Desenvolvimento pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE - 2006). Engenheira Agrônoma pela UFSC (2002). Desenvolve estudos e pesquisas nas áreas de políticas públicas, desenvolvimento territorial, pobreza rural, sustentabilidade alimentar e segurança alimentar e nutricional junto ao Laboratório de Estudos da Multifuncionalidade Agrícola e do Território (LEMATE/UFSC)
BIÓLOGA, ESPECIALISTA EM PLANEJAMENTO AMBIENTAL, ESPECIALISTA EM SAÚDE PÚBLICA, MESTRE EM BIOTECNOLOGIA, DOUTORA EM CIÊNCIA DO SOLO, PROFESSORA APOSENTADA UFPEL - ÁREA MICROBIOLOGIA AMBIENTAL, EXPERIÊNCIA RECENTE COM COORDENAÇÃO DE NÚCLEO DE PRODUTORES AGROECOLÓGICOS DA ECOVIDA NA REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA.
anelise.kuss@pucpr.br
Claudinei Chalito da Silva
Mestrado
Experiência profissional com Assistência Técnica e Extensão Rural, Agroecologia, Serviço Público e coordenação de projetos de desenvolvimento rural sustentável; • Mestrado em Planejamento e Governança Pública pela UTFPR - de 2017 a 2019; • Pós-Graduação em Geoprocessamento pela PU/Curitiba/PR), entre março de 2013 a fevereiro de 2014; • Pós-Graduação em Manejo Sustentável do Meio-Ambiente pela UNICENTRO, entre abril de 2005 a abril de 2007, perfazendo 385 horas; • Graduação em Agronomia - UFSC, 1997.
chalito.claudinei@pucpr.br
Eduardo Henrique Ferreira Pinto Feniman
Mestrado
Engenheiro agrônomo e mestre em meio ambiente e desenvolvimento pela universidade federal do Paraná. Membro da Associação Casa da Videira, onde trabalha há 12 anos com agricultura urbana nas áreas de biodiversidade alimentar e manejo de resíduos.
Possui graduação em Agronomia pela Universidade Federal do Paraná (2013), especialização em Educação do Campo, Agroecologia e Questão Agrária pela Universidade Federal do Pará (2015). Possui mestrado em Meio Ambiente e Desenvolvimento pela Universidade Federal do Paraná (2020), na linha de pesquisa Ruralidades, Ambiente e Sociedade e doutorado (2024) pela linha de pesquisa Epistemologia Ambiental. Atua como docente nas áreas de Agronomia e Agroecologia. Atualmente trabalha com extensão rural indigenista no Projeto Opaná: Chão Indígena. Tem experiência no trabalho com agricultores familiares, assentados da reforma agrária, escolas de formação em agroecologia e povos indígenas e comunidades tradicionais. Pesquisa principalmente os seguintes temas: agroecologia, ecologia política, agricultura familiar, desenvolvimento rural, movimentos sociais e educação do campo.
emilio.romanini@pucpr.br
Franklin Barcelos Nunes Neto
Mestrado
Mestre em Desenvolvimento Territorial Sustentável pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e graduado em Ciências Sociais - Antropologia pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), possui experiência em pesquisa sobre estratégias de valorização de produtos regionais da sociobiodiversidade e desenvolvimento local, atuando especialmente com pequenos produtores e agroindústrias no bioma Mata Atlântica e no litoral. Além da atuação em atividades acadêmicas, possui doze anos de experiência de mercado, com desenvolvimento e gerenciamento de projetos multidisciplinares em áreas como sustentabilidade, mobilidade e comércio.
Engenheiro agrônomo (UFPR), especialista em Agricultura Biodinâmica e em Agroecologia e Desenvolvimento Sustentável. Formação em Permacultura, Design e Consultoria e em Homeopatia na Agroecologia. Mestre em Agroecossistemas (UFSC) e Doutor em Meio Ambiente e Desenvolvimento (UFPR). Extensionista rural pelo IDR Paraná há 32 anos, atuando principalmente como Assessor Técnico em Agroecologia. Atualmente exerce a função de extensionista pelo IDR no município de Guaraqueçaba e atua como professor/pesquisador colaborador da Pós Graduação em Meio Ambiente e Desenvolvimento da UFPR, compondo a linha de pesquisa “Ruralidades, Ambiente e Sociedade”. A ênfase de trabalho é na orientação para a transição agroecológica a agricultores familiares e tradicionais.
julio.veiga@pucpr.br
Katia Christina Zuffellato Ribas
Doutorado
Possui graduação em Ciências Biológicas (Botucatu) pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (1990), mestrado (1993) e doutorado (1997) pela mesma Instituição e pós-doutorado em Fisiologia Vegetal pela Università di Pisa, Italia (2009). É Professora da Universidade Federal do Paraná desde 1999, onde coordena o Grupo de Estudo e Pesquisa em Estaquia (GEPE), desde sua fundação em 2003. Em 2015 se tornou Professora Titular do Departamento de Botânica da UFPR. É professora permanente do Programa de Pós-Graduação em Agronomia - Produção Vegetal (PGAPV), orientando na área de Fisiologia, Morfogênese e Biotecnologia de Plantas. É lider do grupo de pesquisa GEPE, devidamente cadastrado no CNPq, mantendo colaboração com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA Florestas). É bolsista e Pesquisadora do CNPq desde 2008.Tem experiência na área de Fisiologia Vegetal, com ênfase em Propagação Vegetativa, indução da rizogênese, uso de reguladores vegetais, rejuvenescimento, indução do florescimento precoce, dentre outros relativos à produção de mudas de espécies nativas visando a revegetação de áreas degradadas, além da propagação de espécies frutíferas, ornamentais e medicinais.
katia.christina@pucpr.br
Maurício Rumenos Guidetti Zagatto
Doutorado
2007-2011 – Bacharelado em Ciências Biológicas. Instituição: Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) 2012-2014 – Mestrado em Ciência do Solo. Instituição: Universidade Federal do Paraná (UFPR) 2014-2018 - Doutorado em Solos e Nutrição de Plantas. Instituição: ESALQ/USP. 2019-2020 - Pós Doutorado em Ciencia do Solo. Instituição: ESALQ/USP. Tem vasta experiência em ecologia de comunidades (mesofauna, macrofauna e microrganismos do solo) aplicada a manejo e conservação do solo. Também tem atuado com processos de compostagem, vermicompostagem e desenvolvimento de insumos agrícolas biológicos.
mauricio.zagatto@pucpr.br
Naomi Mayer
Mestrado
Naomi Mayer é Bacharela em Ciências Sociais e Mestra em Antropologia e Arqueologia pela Universidade Federal do Paraná, Cozinheira profissional pelo SENAC Paraná e especialista em Food Media pelo Centennial College (Toronto/CA). Atua e pesquisa nas intersecções entre a alimentação e as ciências sociais, com ênfase em temas de cultura alimentar, etnologia indígena, gênero e território.
mayer.naomi@pucpr.br
Raul Matias Cezar
Doutorado
Formado em Engenharia Agronômica na Universidade Estadual de Maringá (UEM), Mestre em Ciência do Solo pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), Doutor em Ciência do solo pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), com doutorado sanduíche na Universidade de Colônia (Alemanha) . Atuação nas áreas de tecnologias biológicas, microbiologia do solo, protozoários, fauna edáfica e sistemas complexos de produção agrícola. O foco nas pesquisas é fortalecer a ciclagem de nutrientes no sistema agrícola aumentando a sustentabilidade na produção
Formando em comunicação social, com especialização em comunicação empresarial pela PUC PR e Moderna Educação pela PUC RS. Facilitador de grupos formado pelo Programa Germinar: Desenvolvimento de Líderes Facilitadores e Gestão da Mudança pelo Instituto EcoSocial, atuando há 15 anos em processos de desenvolvimento de coletivos, programas e organizações. Pratica a autoeducação por meio da PEdagogia Social Antroposófica. Cofundador e membro da equipe da Escola Waldorf Grão Saber, de Curitiba. É entusiasta da mudança social por meio da capacidade de cada pessoa em se transformar.
baise.thiago@pucpr.br
Victor Hugo Oliveira Silva
Doutorado
Victor Hugo O. Silva é Pós-doutorando em Antropologia, Doutor em Sociologia (2022), Mestre em Antropologia Social (2016), Bacharel e Licenciado em Ciências Sociais, todos pela Universidade Federal do Paraná. Atualmente desenvolve uma pesquisa de Pós-Doutorado em Antropologia na linha de pesquisa Práticas de Conhecimento: sentidos, espaços e objetos. Autor do livro Jainismo: Liberação pela não-violência, pela editora Intersaberes e Co-autor do livro Jaguareté: O Encontro, realizado pelo Museu de Arqueologia e Etnologia da UFPR, desenvolve estudos ligados à antropologia e sociologia da religião, com ênfase nas emoções, objetos e suas implicações ontológicas.
Esta disciplina, voltada para estudantes de várias áreas do conhecimento no âmbito da Especialização Lato Sensu, tem como objetivo analisar os pressupostos da crise moral e os desafios éticos do mundo contemporâneo, por meio de um pensamento crítico e reflexivo sobre a ação humana do ponto de vista pessoal, profissional e social-cidadão. Nela, o estudante correlaciona o mercado e ética, a ética da ação correta e a relativização da verdade, bem como a dignidade humana e a justiça distributiva. Ao final, o estudante é capaz de tomar decisões em vista do bem comum e da felicidade, a partir de um conhecimento amplo sobre virtudes, deveres e responsabilidades como princípios orientadores da ação ética na pesquisa científica, nas instituições públicas e no mundo dos negócios.
Nessa disciplina os estudantes vão compreender porque o homem deixou de ser nômade, como essa forma de vida se espalhou pelo globo, e qual foi a consequencia dessa nova forma de vida para o planeta. Compreenderão também, os conflitos por terra, território e pensarão criticamente sobre possíveis soluções.
Políticas públicas, sistemas alimentares e impacto global
Carga horária: 24h
Esta disciplina tem como objetivo verificar a legislação vigente no país e mundo, analisando avanços e retrocessos nas políticas publicas no âmbito da agroecologia, avaliando sistemas alimentares no mundo e o impacto sócio-cultural desses sistemas a nível global. Assim, poderão atuar a nível regional para construir sistemas alimentares sustentáveis.
Esta disciplina tem como objetivo analisar políticas publicas para economia e mercados sustentáveis, por meio de um pensamento crítico, aprendendo o impacto do modelo econômico mundial na vida humana. Nela, o estudante identifica a mudança cultural da humanidade, assim como, o decréscimo da dversidade cultural ao longo da história. Assim, o estudante poderá pensar livremnte para sugerir modelos de mercados que repeite as culturas de diferentes povos.
Esta disciplina tem como objetivo estudar a questão agrária, os surgimentos de movimentos socias do campo e o impacto desses movimentos nas políticas publicas voltado ao direito da terra. Ao fim da disciplina, o estudante terá condições de atuar com um pensamento crítico e sitêmico com agricultura familair e assentamentos. Na pratica, poderão vivenciar a realidade de uma aldeia indigena e elaborar planos de ação voltados para a realidade da aldeia.
Esta disciplina tem como objetivo apesentar técnicas pedgógicas que entendam as diferentes realidades no campo, fazendo com que os trabalhos realizados contribuam para o decréscimo do êxodo Rural e valorização de diferentes culturas.
Esta disciplina tem como objetivo Conhecer, Analisar e Transformar a Realidade do Campo, demonstrando as contribuições para um fazer pedagógico mais critico e consciente no que tange a uma proposta de educação contextualizada que respeita o educando enquanto sujeito e formador de conhecimento.
Esta disciplina tem o objetivo estudar propostas de escolas associativas, como proceder para gerir uma escola associativa, o papel das pessoas envolvidas, papel do corpo pedagógico. Ao final o estudante terá ferramentas para iniciar e finalizar todo procecsso para estruturar uma associação escolar.
Esta disciplina tem como objetivo elaborar um projeto piloto de uma escola associativa. Na prática será vivenciado a realidade da escola da ladeia indigena na ilha da Contiga, litoral do Paraná. Ao final será capaz de planejar a implantação de uma escola associativa.
Nessa disciplina o estudante aprende as relaçãoes entre o conhecimento da ecologia, a agroecologia e os processos ecossistêmico. Assim, os estudantes poderão ter uma visão sistêmia na produção agrícola e com isso planejar sistemas produtivos sustentáveis.
Esta disciplina tem o objetivo de compreender o solo como um sistema vivo, e entender as consequencia do manejo para o solo exercer suas funções na natureza. Aprenderão também como os organimos do solo se relacionam para ajudar no estoque de carbono do solo em ecossistemas agrícolas.
Esta disciplina tem como objetivo compreender a fisiologia e morfologias das plantas, para correlacionar com os processos ecossistêmcos nos agroecossistemas. Ao final da matéria, os estudantes poderão planejar agroecossitemas biodiversos, aplicando conhecimentos profundos sobre a fisiologia das plantas.
Nesse desafio de aplicação do módulo 3, o estudante aplica os conceitos das disciplinas para contrução de uma horta agroflorestal com bases nas agriculturas alternativas. Assim terão conhecimento sobre todas as aagriculturas de base ecológicas.
Nessa dsicplina, o objetivo é compreender como o avanço tecnológico marginalizou a agricultura familiar, e como aplicar tecnologias que possam ser inclusivas e de fácil acesso para agricultores familiares. Ao fim da dsciplina poderão oferecer um planejamento para o agricultor familiar não depender de tecnologias excludentes.
Esta disciplina tem como objetivo entender os processos de bioconstruções, além de relacioná-los com o impacto de construções ineficientes e utilizadoras de recursos energéticos não renováveis. Ao final, o estudante é capaz de avaliar critérios de construções com base em certificações de bases ecológicas e sustentáveis.
Esta disciplina tem como objetivo a confecção de um projeto agroecológico completo, abordando todos os quatro módulos do curso. Nela, os estudantes poderão escolher um local adequado para implantação do projeto agroflorestal e pensar em dinâmicas de segurança e soberania alimentar para banca com expertises da área
Nessa disciplina o objetivo é mostrar as diversas possibilidades de produzir alimentos na cidade, assegurando o direito de todas as pessoas a alimentos em centros urbanos. Ao final da disciplina, o profissional poderá planejar dentro dos princípios da sustentabilidade, projetos voltados para a agricultura urbana.